sábado, 30 de janeiro de 2010

Novo Tempo!

Analisando este primeiro mês do ano, percebo que realmente grandes coisas estão por vir, as promessas de Deus se cumprirão uma a uma, e todos verão a glória de Deus resplandecer a cada novo dia sobre nós.

É tempo de ouvir as bênçãos proferida da boca do Senhor e não dar ouvidos aos matadores de sonhos. É tempo de conquistar o impossível, ver com os olhos da fé a restituição do Senhor. É tempo de projetar os desejos do coração de Deus, pois o nosso é enganoso. É tempo de profetizar, de restaurar, de se alegrar, enfim, é tempo de colocar em prática os projetos já esquecidos, ressucitá-los!

Sacode a poeira e não olhe para trás, faça como o apóstolo Paulo: "Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; coisas que para trás ficam e avançando para as que adiante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus." (Fp3:13 e 14)

Vamos buscá-Lo mais, vamos nos render mais, vamos amar mais, vamos festejar mais, vamos falar menos e ouvir mais!!!

O passado se foi e grandes coisas Deus tem para nós, inúmeras, infinitamente mais. Ele quer nos agraciar com Suas bênçãos sem medidas. Ele quer mais de nós, pois: "Ser pleno do Espírito Santo é o mesmo que ser controlado e dirigido por Ele. Não é ter mais Dele, ao contrário, é Ele ter mais de nós." (BASTOS, p. 70, 2004).

Acredite, o Senhor tem uma nova história para mim, para minha casa, para meus amigos, para minha congregação!!!



Believe!!!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Interrompendo as Buscas

Estava lendo hoje um artigo da Martha Medeiros que me surpreendeu, gostei tanto que resolvi postá-lo aqui. Nunca assiste ao filme Closer, do qual ela se refere no artigo, mas já ouvi falar do que se trata e vi também um trailer. Bem interessante e bom para refletir sobre o que queremos para os nossos relacionamentos, se é a estabilidade e segurança do amor, ou a modernidade e frieza das relações efêmeras. Segue abaixo o bem escrito artigo:

Interrompendo as Buscas

“Assistindo ao ótimo ”CLOSER – Perto demais”, me veio à lembrança um poema chamado “Salvação”, de Nei Duclós, que tem um verso bonito que diz: “Nenhuma pessoa é lugar de repouso”. Volta e meia este verso me persegue, e ele caiu como uma luva para a história que eu acompanhava dentro do cinema, em que quatro pessoas relacionam-se entre si e nunca se dão por satisfeitas, seguindo sempre em busca de algo que não sabem exatamente o que é. Não há interação com outros personagens ou com as questões banais da vida. É uma egotrip que não permite avanço, que não encontra uma saída – o que é irônico, pois o maior medo dos quatro é justamente a paralisia, precisam estar sempre em movimento. Eles certamente assinariam embaixo: nenhuma pessoa é lugar de repouso.

Apesar dos diálogos divertidos, é um filme triste. Seco. Uma mirada microscópica sobre o que o terceiro milênio tem a nos oferecer: um amplo leque de opções sexuais e descompromisso total com a eternidade – nada foi feito pra durar. Quem não estiver feliz, é só fazer a mala e bater a porta. Relações mais honestas, mais práticas e mais excitantes. Deveria parecer o paraíso, mas o fato é que saímos do cinema com um gosto amargo na boca.

Com o tempo, nos tornamos pessoas maduras, aprendemos a lidar com as nossas perdas e já não temos tantas ilusões. Sabemos que não iremos encontrar uma pessoa que, sozinha, conseguirá corresponder 100% a todas as nossas expectativas sexuais, afetivas e intelectuais. Os que não se conformam com isso adotam o rodízio e aproveitam a vida. Que bom, que maravilha, então deveriam sofrer menos, não? O problema é que ninguém é tão maduro a ponto de abrir mão do que lhe restou de inocência. Ainda dói trocar o romantismo pelo ceticismo, ainda guardamos resquícios dos contos de fada. Mesmo a vida lá fora flertando descaradamente conosco, nos seduzindo com propostas tipo “leve dois, pague um”, também nos parece tentadora a idéia de contrariar o verso de Duclós e encontrar alguém que acalme nossa histeria e nos faça interromper as buscas.

Não há nada de errado em curtir a mansidão de um relacionamento que já não é apaixonante, mas que oferece em troca a benção da intimidade e do silêncio compartilhado, sem ninguém mais precisar se preocupar em mentir ou dizer a verdade. Quando se está há muitos anos com a mesma pessoa, há grande chance de ela conhecer bem você, já não é preciso ficar explicando a todo instante suas contradições, seus motivos, seus desejos. Economiza-se muito em palavras, os gestos falam por si. Quer coisa melhor do que poder ficar quieto ao lado de alguém, sem que nenhum dos dois se atrapalhe com isso?

Longas relações conseguem atravessar a fronteira do estranhamento, um vira pátria do outro. Amizade com sexo também é um jeito legítimo de se relacionar, mesmo não sendo bem encarado pelos caçadores de emoções. Não é pela ansiedade que se mede a grandeza de um sentimento. Sentar, ambos, de frente pra lua, havendo lua, ou de frente pra chuva, havendo chuva, e juntos fazerem um brinde com as taças, contenham elas vinho ou café, a isso chama-se trégua. Uma relação calma entre duas pessoas que, sem se preocuparem em ser modernos ou eternos, fizeram um do outro seu lugar de repouso. Preguiça de voltar à ativa? Muitas vezes, é. Mas também, vá saber, pode ser amor.

Martha Medeiros

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Refletindo

As vezes me pego pensando na minha vida após esta, quando estarei na glória com o Senhor Jesus. Fico anseando pelo dia em que estaremos adorando-O, juntinho d'Ele, ouvindo-O falar com a Sua doce voz, nos ensinando e revelando as incógnitas divinas. Porém, penso em quem estará lá comigo, e me preocupo com aqueles que amo e que não aceitaram Jesus ainda. Não gostaria de perdê-los, mas sim de vê-los comigo na glória.

Por mais que preguemos o Evangelho e declaramos as maravilhas do cristianismo, me pergunto o que impede eles de vir para o Senhor e lembro-me de mim, como era transgressora e irredutível em relação as verdades de Deus. Não é por força, nem por violência e sim pelo Espírito Santo, quem é o que convence o pecador do seu mal caminho. Resta-me então orar por eles, interceder por sua salvação e não mais me abalar e me entristecer com esta situação, porque é exatamente isso que não devemos fazer.

Hoje quando estava orando e pensei nesta possibilidade, confesso que fiquei um pouco perturbada com a ideia, me deu uma dor no peito. Mas logo a paz do Senhor me inundou e me tranquilizou, seu amor transbordou e pude orar em favor daqueles que fazem parte da minha vida, meus familiares, amigos e conhecidos, pedir a Deus misericórdia, graça e principalmente, a salvação. Compreendi o amor que devemos ter pelas almas, aquele mesmo amor descrito e vivido por Paulo na segunda carta a Coríntios (12:15)

Portanto, descanso no Senhor, porque sei que o Seu plano é infalível, nós é que falhamos. Além de me preocupar com a salvação daqueles que amo, devo me preocupar com a minha, em não pedê-la, em lutar contra o pecado, em me santificar, me deixar ser moldada segundo a vontade de Deus, porque esta é a maneira mais evidente e eficaz para atrair a atenção do "mundo": ser a diferença, ser testemunho vivo da obra de Deus em nossas vidas, em não viver de aparências, viver o que professamos, enfim, viver a verdade do Pai.

Temos que pedir que o amor que precisamos tanto e devemos ter por nosso semelhante cresça a cada dia, para que possamos nos doar por completo, perdoar de verdade e suportar-mos uns aos outros.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Para rir um pouquinho...

Depois de ler um post de um amigo sobre beleza interior e exterior, lembrei-me deste cômico e-mail que recebi ontem e resolvi postá-lo aqui para dar uma descontraída. Espero que gostem e se divirtam com esta hilária "conversinha" escrita pelo Veríssimo (só podia ser ele... hehehehe).


AMIGAS AO TELEFONE:


- Oi, me conta, como foi o encontro de ontem à noite?

- Horrí­vel, não sei o que aconteceu...

- Mas, por quê? Não te deu nem um beijo?

- Sim... Beijar, me beijou. Mas me beijou tão forte que meu dente postiço da frente caiu e as lentes de contato verdes saltaram dos meus olhos...

- Não me diga que terminou por aí­?

- Não, claro. Depois pegou no meu rosto entre suas mãos, até que tive que pedir que não o fizesse mais, porque estava achatando o botox e me mordia os lábios como se fossem de plástico.... Ia explodir o meu implante de colágeno e quase saiu o mega hair!!!

- E... não tentou mais nada?

- Sim, começou a acariciar minhas pernas e eu o detive, porque lembrei que não tive tempo para me depilar. E além do mais, me arrebatou com uma luxúria e estava me abraçando tão forte que quase ficou com minhas próteses da bunda nas suas mãos e estourou meu silicone do peito.

- E depois, que aconteceu?

- Ah­, então, começou a tomar champagne no meu sapato...

- Ai, que romântico!!!

- Romântico o cacete! Ele quase morreu!!!

- E por quê?

- Engoliu meu corretor de joanete com a palmilha do salto.

- Nossa, que ele fez?

- Você acredita que ele broxou e foi embora? Acho que ele é viado....

- Só pode!


Luí­s Fernando Verí­ssimo

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A História de John Newton

Hoje ao ouvir e ver um lindo vídeo postado por uma amiga em seu blog, me emocionei muito e fui compelida a procurar a história de um "tal" John Newton que escrevera uma das mais belas canções de louvor a Deus: Amazing Grace. Canção esta, que teve diversas versões, cantada por Elvis Presley, Ray Charles, Celine Dion, Chris Tomlin, entre outros.
"Garimpando" na internet, encontrei uma história interessante, que ratifica o vídeo postado por minha amiga Tiany. Segue abaixo a breve história de John Newton, nosso irmão, escrito e postado no blog do também irmão, Rodomar Ricardo Ramlow:
Por volta de 1750, John Newton era o comandante de um navio negreiro inglês. Os navios faziam o primeiro pé de sua viagem da Inglaterra quase vazios até que escorassem na costa africana. Lá os chefes tribais entregavam aos Europeus as "cargas" compostas de homens e mulheres, capturados nas invasões e nas guerras entre tribos. Os compradores seleccionavam os espécimes mais finos, e comprava-os em troca de armas, munições, licor, e tecidos. Os cativos seriam trazidos então a bordo e preparados para o "transporte". Eram acorrentados nas plataformas para impedir suicídios. Colocados lado a lado para conservar o espaço, em fileira após a fileira, uma após outra, até que a embarcação estivesse "carregada", normalmente até 600 "unidades" de carga humana.
Os escravos eram "carregados" nos navios para a viagem através do Atlântico. Os capitães procuraram fazer uma viagem rápida esperando preservar ao máximo a sua carga, contudo a taxa de mortalidade era alta, normalmente 20% ou mais. Quando um surto de disenteria ou qualquer outra doença ocorria, os doentes eram atirados ao mar. Uma vez chegados ao Novo Mundo, os negros eram negociados por açúcar e melaço que os navios carregavam para Inglaterra no pé final de seu "comércio triangular."
John Newton transportou muitas cargas de escravos africanos trazidos à América no século XVIII. Numa das suas viagens, o navio enfrentou uma enorme tempestade e afundou-se. Foi nesta tempestade que Newton ofereceu sua vida a Cristo, pensando que ia morrer.Após ter sobrevivido, ele converteu-se verdadeiramente ao Senhor Jesus e começou a estudar para ser um chamado Pastor”. Nos últimos 43 anos de sua vida ele pregou o evangelho em Olney e em Londres. Em 1782, Newton disse: "Minha memória já quase se foi, mas eu recordo duas coisas: Eu sou um grande pecador, Cristo é o meu grande salvador."No túmulo de Newton lê-se: "John Newton, uma vez um infiel e um libertino, um mercador de escravos na África, foi, pela misericórdia de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, perdoado e inspirado a pregar a mesma fé que ele tinha se esforçado muito por destruir". O seu mais famoso testemunho continua vivo, no mais famoso das centenas de hinos que escreveu:
Graça maravilhosa! Quão doce o som
Que salvou um miserável como eu
Eu já estive perdido, mas agora fui encontrado
Estava cego, mas agora eu vejo
E quando nós estivermos lá por dez mil anos
Brilhando como o sol
Não teremos menos dias para cantar louvores a Deus
E ali teremos começado de novo
Graça maravilhosa! Quão doce é o som
Que salvou um miserável como eu
Eu já estive perdido, mas agora fui encontrado
Estava cego, mas agora eu vejo
Este louvor John Newton compôs a letra, mas a melodia é desconhecida. Esta canção inspirou também um filme, que ainda não assisti, mas pretendo logo ver. Aqui está o trailer do filme (que no Brasil tem o título de "Jornada para Liberdade") e a sinopse:


A vida de William Wilberforce (Ioan Gruffudd) é a história de como a perseverança e a fé de um homem mudaram o mundo. Líder do movimento abolicionista britânico, o filme mostra a luta épica para criar a uma lei com o objetivo de acabar com o tráfico negreiro. Durante esta jornada, Wilberforce encontra oposição intensa dos que acreditavam que a escravidão estava diretamente ligada à estabilidade do império britânico. Em seus amigos, incluindo John Newton (Albert Finney), um ex-capitão de navio negreiro que compôs o famoso hino Amazing Grace, encontrou suporte para continuar lutando pela causa.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Formatura da Cris







Sábado passado foi um dia muito especial, pois minha grande amiga (tanto no tamanho, quanto na intensidade), se formou em Enfermagem pelo IPA. A princípio fiquei chateada quando cheguei para a colação de grau e fui impedida de entrar, já que o lugar encontrava-se lotado. Porém, continuamos na frente da entrada do teatro do Bourbon Country, na esperança de poder entrar.
Quando já pensava não ser mais possível, os organizadores permitiram a entrada do pessoal até preencher alguns lugares vagos, e mesmo assim, haviam muitos que continuaram vagos. Enfim, tirando esta interferência, a cerimônia estava muito linda e emocionante. A Cris estava impecável, radiante, emanando alegria e satisfação. Merecedora desta conquista, ela soube marcar sua presença na turma e plantar os frutos certos para uma iminente colheita. Sei que Deus tem grandes coisas para a vida dela, pois ela é uma mulher virtuosa, dedicada e guerreira, sempre determinada a obter o que deseja por seus próprios méritos.

Que o Senhor a abençoe infinitamente mais e que ela possa ver a glória de Deus sobre a vida dela.

Parabéns minha Amiga!!!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Amizade



Toda amizade é uma história particular.

É uma história de conquista.

Primeiro, descobre-se o outro.

Todo mundo parece igual, mas não é.

E é justamente essa coisinha diferente

em cada um que torna cada pessoa única.

E de repente ali está a sementinha da amizade fecundada.

A gestação começa.

A sensibilidade do outro nos toca.

Dá até vontade de chorar.

Não sabemos direito o porquê de nos

sentirmos próximos de alguém assim

tão longe, tão diferente e tão igual.

Mas amizade, como o amor, não se questiona. Vive-se.

Dela e pra ela. Bendita seja essa gestação amiga!

Sem prazo, sem tempo, sem hora marcada!

Bendita seja essa amizade,

prova de que Deus se faz conhecer através das

pessoas que alcançam nosso coração ...como VOCÊ !!!!!

(Autor Desconhecido)